falta
mãe, pai, irmã.
Leo.
tias, tios, primos, fraternidades escolhidas.
Morg, Branca, Nina, Marróm, Scub.
Cês fazem uma falta viceral.
29/09/08
mãe, pai, irmã.
Leo.
tias, tios, primos, fraternidades escolhidas.
Morg, Branca, Nina, Marróm, Scub.
Cês fazem uma falta viceral.
29/09/08

Sei que o blog está abandonadinho há muito tempo. Mas quero retomar. Tomara que consiga manter uma regularidade nesse diário virtual. Estar longe é um estímulo à escrita mais profunda. Minha irmã Diana que o diga. Seu livro foi meu companheiro de avião. Como eu a entendo! Que beleza!
Estou de volta a estas terras. É estranho voltar. Seria estranho não voltar. Sinto uma saudade imensa dos meus. E uma certeza de que coisas bonitas me esperam aqui. Vivemos no entre-mundo das fronteiras criadas por nós mesmos. Dói às vezes, mas não é ruim. 29 de setembro de 2008
Provenientes da Costa do Marfim, 26 africanos esperam neste momento uma permissão do governo espanhol para sair do mar. A patera na qual viajavam naufragou no Mediterrâneo, entre Malta e Líbia, e nem um nem outro país permitiu que as pessoas desembarcassem em seus portos. Malta é o porto mais próximo da União Européia e a Libia é país responsável pelo salvamento e pelo resgate naquelas águas."São obvios imigrantes ilegais, sem papéis", é o motivo.
A situação é surreal.
Domingo, 12 de maio de 2007.
Saints-Maries-de-la-Mer recebeu-nos com vento. Muito vento. Parecia cena de filme ou de novela. Era tanto vento que nos empurrava para um lado e para outro. Achamos logo o hotel, estava do lado de um circo, que estavam ainda montando, talvez o vento tenha atrapalhado a montagem, e tinham parado. Deixamos o carro perto e entramos. A cidade estava vazia. Provavelmente nos dias das procissões, 24 e 25 deve haver muita gente e no verão muitos turistas, mas naquele dia estava vazia, vazia, como encantada.
Fomos passear pela cidade. É um povoado, pequeno e branco. Muitos aspectos indicavam que as Santas Marias são realmente o centro da vida do local. Um loja se chamava: “Lês bijoux de Sarah”, outra “Maria, Maria”, de roupas. Em todos os resataurantes serviam paella, prova de que a cultura espanhola ali se mistura com a local. Vi muitos cartazes de touradas ( sim, eles fazer touradas lá.) e das procissões dos dias 24 e 25. E finalmente vi a Igreja, estava fechada. É uma fortaleza por fora, nem parece igreja, tem jeito de muralha, de forte protetor. Mas não é isso também o que ela representa?...
Ela é mesmo cheia de magia, cheia de mistério. Ela me leva nos braços até sua casa, onde recebe os que até lá caminham para agradecer, louvar, sorrir e levar lindos mantos.
Ela abre as estradas e realiza milagres. Ela traz amores, paz, saúde, dança, música, sabedoria e fé. Ela é Sara, ela é de todos os ciganos andarilhos deste mundo.

Hoje estava comentando com o Juan sobre a falta de conhecimento que em verdade paira sobre nós no país continente chamado Brasil. Excetuando uns poucos escolhidos, que por terem batalhado muito conseguiram fazer uma universidade, que pensam sobre o situação social mundial (?) que tem preocupações políticas, que lêem, que têm acesso à internet, que tem grupos de amigos que discutem temas relevantes, tirando estes grupos, que são poucos realmente (e que não necessariamente possuem todas estas "qualidades”),a grande maioria do povo brasileiro não sabe o que acontece no mundo.
As notícias não chegam no Brasil. Infelizmente não é exagero. Não sabemos o que ocorre no Oriente Médio ( que aqui é Oriente Próximo...), não sabemos que a cada dia a história dos navios negreiros se repete uma ...
Hago un alto en mis estudios para la tesis y copio aquí un fragmento de este libro que no me cansaría nunca de leer y releer:La mujer habitada, de Gioconda Belli.
La voz es de Itzá, guerrera nahua, del territorio que hoy llamamos Nicaragua. Itzá vivió la conquista española y en el tiempo presente de la novela dá nueva vida y conciencia a un árbol, con su espíritu inmortal:
Los españoles decían haber descubierto un nuevo mundo. Pero nuestro mundo no era nuevo para nosotros. Muchas generaciones habían florecido en estas tierras desde que nuestros antepasados, adoradores de Tamagastad y Cippatoval, se asentaron....
Echar de menos, sentir nostalgia, extrañar, tantas expresiones pero ninguna puede tanto como "saudade", y quizás hoy, como en tantos otros días, lo que sienta sea eso que sólo la palabra lusa y nuestra puede expresar. Saudade de unos ciertos totocas, que entraron en mi vida pero siento como si siempre hubiesen estado allí. Tres alumnos que se conviertieron en amigos íntimos,dulces, directos, y crueles si hace falta. Pero siempre verdaderos. Siempre enteros, como tiene que ser. Me hacen mucha falta. Me hace falta el cariño, las tonterías, las charlas serias y los problemas resueltos juntos, las lágrimas de aeropuerto. Las mañanas o tardes de enseñanzas en las que yo aprendía tanto de ellos. Los paseos culturales o las comidas divertidas.
Pri, Diogo, y Antonia. Un beso en vuestros corazones.
P.S.: Enviadme una foto nuestra!! No consigo abrir las que traje...
Hoy he visto una manifestación muy rara. De un partido de derecha. No señores, no he enloquecido. Tenía mucha curiosidad por verla, y he ido al centro de la ciudad. Estaba curiosa por ver como se manifestaba la gente, como salía a las calles, qué decía, qué motivos les llevaban. Hubiera deseado que la primera manisfestación que vieran mis ojos en esta tierra fuera de izquierda, de alguna izquierda de verdad, seria, pero, desgraciadamente, hasta hoy no he podido ser testigo de ninguna en España.
Contactar con la autora o autor | Archivo | ¡Crea tu Blog Ya! Fácil y Gratis