Domingo, 12 de maio de 2007.
Saints-Maries-de-la-Mer recebeu-nos com vento. Muito vento. Parecia cena de filme ou de novela. Era tanto vento que nos empurrava para um lado e para outro. Achamos logo o hotel, estava do lado de um circo, que estavam ainda montando, talvez o vento tenha atrapalhado a montagem, e tinham parado. Deixamos o carro perto e entramos. A cidade estava vazia. Provavelmente nos dias das procissões, 24 e 25 deve haver muita gente e no verão muitos turistas, mas naquele dia estava vazia, vazia, como encantada.
Fomos passear pela cidade. É um povoado, pequeno e branco. Muitos aspectos indicavam que as Santas Marias são realmente o centro da vida do local. Um loja se chamava: “Lês bijoux de Sarah”, outra “Maria, Maria”, de roupas. Em todos os resataurantes serviam paella, prova de que a cultura espanhola ali se mistura com a local. Vi muitos cartazes de touradas ( sim, eles fazer touradas lá.) e das procissões dos dias 24 e 25. E finalmente vi a Igreja, estava fechada. É uma fortaleza por fora, nem parece igreja, tem jeito de muralha, de forte protetor. Mas não é isso também o que ela representa?...
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